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Guardiãs do Mar chega para incentivar novas gerações

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Guardiãs do Mar chega para incentivar novas gerações

Instituto Guardiãs do Mar e Águas tem como objetivo gerar o desenvolvimento social, esportivo e sustentável, disponibilizando a prática de esportes aquáticos em comunidades carentes pelo Brasil.

 

Criada pela empreendedora Patrícia Almeida e a atleta Nicole Pacelli (atual campeã mundial de stand-up paddle), a organização não-governamental sem fins lucrativos Guardiãs do Mar e Águas reúne – até o momento – um grupo de atletas oceânicos com uma única finalidade: gerar o desenvolvimento social, esportivo e sustentável em prol dos jovens carentes.

O projeto procura incentivar a prática de esportes aquáticos, como o surf e o stand-up paddle, além de almejar deixar um legado para o esporte no Brasil, melhorando o desempenho dos atletas que podem vir a representar o país em futuras competições. Isso, claro, além de divulgar e apontar novos rumos para a sustentabilidade esportiva no país.

Entre as ações que o Instituto visa focar, há um circuito Indo Surf, com o objetivo de divulgar estes esportes em escolas públicas e privadas ao redor do país. Nicole Pacelli, co-fundadora da ONG, está completamente focada em deixar um legado para desenvolver os novos talentos.

Com a ação, e juntamente com a aproximação de associações e governos, o grupo pretende gerar novos talentos, criar novos atletas de alto rendimento na fase juvenil, e ajudá-los na transição para o profissional. A ONG ainda não possui uma estrutura física, mas conta com os bons nomes e uma grande causa.

Entre as formas de captar recursos planejadas pela diretoria do projeto, estão os leilões de objetos dos atletas envolvidos e o desenvolvimento de produtos eco sustentáveis, para viabilizar o projeto durante 24 meses.

O projeto conta ainda com a participação dos seguintes membros: Angela Bauer, longboarder carioca; Andrea Lopes, waterwoman e campeã mundial de surf; Alana Pacelli, big rider e apresentadora do programa Família Pacelli; Edilson Assunção, o Alemão de Maresias, waterman e surfista de ondas grandes, referência em segurança aquática; Fábio Aquino, o bodyboarder com as maiores realizações do esporte; Henrique Pistilli, maior representante do Body Surf no país; Mariana Brugger, triatleta; Rayane Amaral, longboarder profissional e waterwoman; Suelen Naraisa, campeã brasileira de surf e gestora física responsável pela ONG; além da já citada co-fundadora Nicole Pacelli.

O projeto GDM irá passar por 10 cidades litorâneas, onde selecionará 10 crianças (de famílias em situação de risco ou vulnerabilidade social) de cada região para participarem de uma experiência com os atletas durante um final de semana. Após essa fase, as crianças trabalharão durante 24 meses na preparação de uma competição. Os vencedores serão eleitos representantes de cada uma das modalidades, que incluem: natação em águas abertas, surf, longboard, bodyboard, bodysurf, stand-up wave e stand-up paddle.

Completam o time o Dr. David Szpilman, da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (SOBRASA), que ministrará cursos preparatórios de salvamento aquático e a neuropsicóloga Gislaine Gil, que fará a gestão de saúde do instituto.

Patricia almeida

A revista lounge* foi bater um papo rápido com a idealizadora do projeto Guardiãs do Mar e Águas, Patrícia Almeida, um dos nomes mais citados dentro do empreendedorismo esportivo atualmente.

lounge*: Como surgiu este projeto? E quando?

Patrícia Almeida: O projeto teve início no ano passado, após uma viagem que realizei ao Farol de Santa Marta, em Laguna, no estado de Santa Catarina. Vimos muitas crianças carentes, e pensamos em fazer algum projeto que valorizasse a inclusão social dessas crianças.

r.l.*: Qual é o objetivo da ONG?

PA: O principal objetivo é incentivar, apoiar e viabilizar projetos de inclusão social, além de gerar novos atletas para os esportes com os quais trabalhamos. Alem de ajudar Instituições e atletas ja existentes com apoio técnico.

r.l.*: Quais iniciativas o projeto apoia atualmente?

PA: Atualmente estamos com a SOBRASA (Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático) e o CADES (Conselho Regional de Meio ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz), que são instituições voltadas aos salvamentos aquáticos e segurança esportiva oceânica. Existe ainda um programa de aperfeiçoamento de surf, e o projeto de um centro esportivo para incentivar crianças carentes a praticar esporte.

r.l.*: Quais iniciativas vocês estão apoiando ou organizando no momento?

PA: Parcerias com Instituições e associações regionais, um programa de aperfeiçoamento de surf, e urgentemente o projeto do centro de treinamento e experiência esportiva para incentivo a crianças carentes.

r.l.*: Qual o impacto que a ONG pretende causar a curto e longo prazo?

PA:  O impacto será primeiramente de agregar pessoas físicas e jurídicas em prol do esporte , pois não somos somente um Brazllian Storm, mas sim uma Brazillian Era.

r.l.*: Quais serão os próximos passos da organização?

PA: Aperfeiçoar técnicas de aprendizado e profissionalizar os campeonatos e esportes oceânicos.

r.l.*: Para finalizar, fale um pouco sobre a satisfação pessoal de fazer parte do projeto.

PA: É engrandecedor poder criar uma instituição com projetos que podem trazer benefícios instantâneos e de transformação à vida de uma criança. Isso realmente muda a vida e trajetória de uma pessoa. Todos os envolvidos no projeto têm histórias de transformação com o esporte, inclusive eu.

 

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Texto: Vitor Suman – Fotos: Acervo  Divulgação




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