O boom das corridas no Brasil e a ascensão da Olympikus entre a geração Z

O Brasil vive um verdadeiro boom das corridas de rua. Em 2024, foram realizadas mais de 2.800 provas oficiais em todo o país, consolidando o esporte como um dos que mais crescem em adesão e impacto cultural. O que antes era visto como prática de nicho, restrita a corredores de elite e maratonistas, hoje movimenta multidões e cria experiências que vão muito além da performance esportiva — unindo saúde, lifestyle e comunidade.

Dentro desse cenário, uma marca em especial tem chamado a atenção: a Olympikus. Tradicionalmente associada ao público das classes C e D, a empresa fez um movimento estratégico ousado e certeiro: mirou na geração Z, reposicionando-se como uma marca cool, versátil e acessível.

Da performance às ruas

A nova estratégia da Olympikus não se limitou ao universo esportivo. A marca entendeu que os jovens querem produtos multifuncionais, capazes de transitar do treino à rotina diária com estilo. Assim, lançou linhas que atendem a três momentos-chave do público:

  • Para correr: modelos com foco em amortecimento, leveza e design arrojado;

  • Para trabalhar: tênis confortáveis, discretos e modernos;

  • Para sair: peças que dialogam com o streetwear e refletem a estética urbana desejada pela geração Z.

Esse tripé de atuação transformou a Olympikus em um objeto de desejo dos jovens brasileiros, que veem na marca não apenas uma opção de performance esportiva, mas também um símbolo de identidade e pertencimento.

De marca popular à febre jovem

O que antes era um rótulo de acessibilidade, hoje se tornou um case de reposicionamento de mercado. A Olympikus conseguiu manter preços competitivos sem abrir mão de design, tecnologia e apelo aspiracional. Esse movimento a elevou ao patamar de “queridinha” dos jovens, competindo de igual para igual com gigantes internacionais e conquistando espaço no guarda-roupa da geração que dita tendências.

Mais do que acompanhar o crescimento do mercado de corridas, a Olympikus se reinventou no timing perfeito, entendendo que a corrida é hoje mais do que um esporte: é lifestyle, é saúde, é comunidade e, sobretudo, é moda.

Fonte: Estadão