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Aretha Franklin, uma rainha de respeito

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Aretha Franklin, uma rainha de respeito

A cantora americana Aretha Franklin faleceu ontem, quinta-feira (16), aos 76 anos, em Detroit, conforme comunicados divulgados pela  sua assessoria e família. O motivo foi câncer de pâncreas. Em estado grave desde o último domingo, Aretha foi levada para casa no começo da semana para ficar próxima dos familiares e amigos.

Sua última performance foi durante o 25º aniversário da Elton John AIDS Foundation, em Nova York, 2017.

Nascida na cidade de Memphis, em 1942, Aretha Louise Franklin começou sua carreira cantando no coral gospel de uma igreja de Detroit onde seu pai, o pastor Clarence LeVaugh Franklin era ministro. Ativista pelos direitos civis, C.L. Franklin era amigo de Marthin Luther King Jr.

De personalidade forte, Aretha Franklin tinha uma potência vocal visceral. Mas, foi entre as décadas de 60 e 70 que ela aportou para o sucesso.  Coroada pela revista Rolling Stone EUA como a maior cantora de todos os tempos, seus maiores hits incluem  Respect, que virou hino do feminismo e do movimento pelos direitos civis dos negros americanos, You Make Me Feel Like, “I Knew You Were Waiting (For Me)” e “I Say a Little Prayer”.

Ao longo de seis décadas, ela ultrapassou a marca de 75 milhões de discos vendidos, foi a primeira mulher a ganhar um espaço no Hall da Fama do Rock, em 1987, e a ganhar  20 vezes o Grammy, sendo 8 somente na categoria R&B,  que lhe rendeu o apelido de Rainha do Soul.

Em seu legado, Aretha deixou não só belíssimas canções entoadas por uma voz pujante, mas, principalmente, a força da sua natureza forte e transformadora.

Divulgação

 




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