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JetLag: A dupla de house music que nasceu no Carnaval

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JetLag: A dupla de house music que nasceu no Carnaval

 A banda Jetlag, composta pelos DJs Paulo Velloso e Thiago Mansur, faz jus ao nome. Os dois tocaram juntos sem querer há 5 anos e não pararam mais de fazer shows, nem de viajar pelo mundo. Já tocaram num dos festivais mais renomados do mundo, o Tomorrowland e também já fizeram uma maratona de 4 shows em 24 horas em 4 estados brasileiros diferentes – Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.

“Fui convidado a tocar no Carnaval de Florianópolis em 2012 e o Thiago também. Antes de começar, per­guntei como ele queria fazer, quem tocaria primeiro e tal. Só que ele me convidou para tocarmos juntos. Fi­zemos um back to back e nos divertimos muito!”, con­ta Velloso, que na época ainda tocava na noite meio que por hobby. A sintonia foi tanta que, na volta à São Paulo, Mansur, que tinha uma carreira solo consolida­da, fez questão de apresentar à Velloso a agência que organizava seus shows. E assim nasceu o Jetlag.

O nome da banda foi uma sugestão de um amigo pi­loto de avião. “Estávamos conversando sobre como poderia se chamar a dupla. E aí ele disse que devería­mos pensar em um nome que tivesse algo a ver com aviões, já que estávamos cada hora em um lugar. Logo de cara surgiu a palavra Jetlag e numa pesquisa rápida de Google vimos que o nome era mais que a confu­são com fuso horário e que também poderia ser uma descompensação horária quando você passa muito tempo acordado. O nome casou completamente com a nossa realidade”, relata Velloso.

A carreira da Jetlag começou bem devagar, pois naquele tempo as grandes festas de música eletrônica no Brasil ainda estavam desabrochando. Enquanto isso Mansur continuou cumprindo sua carreira de shows sozinho e a evolução da dupla acabou acontecendo naturalmente. “Foi bom termos crescido dessa maneira gradual, pois acredito que os sucessos que se tornam febres são mais repentinos. As festas nos contratavam porque nossa entrega era boa, além das pessoas terem passado a nos seguirem onde tocássemos”, relata Mansur.

Logo no primeiro ano de projeto foram convidados a tocar no aniversário de cinco anos da casa Greenvalley, o que fez com que ganhassem relevância, graças ao fato de serem extrovertidos e terem facilidade para interagir com o público. Vale, inclusive, observar que fizeram sucesso antes mesmo de começarem a produzir músicas próprias,possivelmente por fazerem um tipo de apresentação que o mercado desconhecia até então.

CARREIRA INTERNACIONAL

O grande difusor de águas na carreira da Jetlag foi a parceria com a diva da House Music nos Estados Unidos, Katherine Ellis, com quem gravaram a primeira música autoral chamada “Your

Love”, que rapidamente fi cou entre as mais vendidas no mundo em 2014, segundo

o BeatPort.com – considerada a bíblia da música eletrônica. Esse primeiro grande sucesso mundial fez com que fossem convidados a tocar no Tomorrowland, renomado festival de música eletrônica na Bélgica, pelo qual tinham passado poucos brasileiros até então.

“Ainda em dezembro de 2014, gravamos uma música original com o Chuckie, o DJ holandês que fi cou conhecido pela música I’m in Miami Beach. A música era a Honk, que foi gravada pela gravadora holandesa Armada Music e ficou entre as cinco primeiras músicas do mundo, tendo sido tocada inclusive pelo David Ghetta e outros DJs famosos”, relata Velloso, sobre o momento em que realmente ficaram bem conhecidos tanto dentro como fora do país.

No ano seguinte surfaram bem na onda de todos esses sucessos e também participaram de festivais em Nova Iorque e Chicago. Porém, em 2016, decidiram que precisavam criar raízes mais fortes no Brasil e assim surgiu a música “Oração”, que os conduziu ao patamar de artistas pops. Em 2017, fi zeram um remix da música Trem Bala da cantora Ana Vilela, o qual

congelou por três meses em 1º lugar no ITunes Brasil.

E, para dar mais um impulso na carreira, recentemente assinaram um contrato com Audio Mix, uma das maiores empresas de gerenciamento artística do país, com nomes de peso no universo da house music como DJ Alok.

Nessa toada, com o suporte de uma equipe técnica de 8 pessoas, só no mês de junho último fi zeram 22 shows e a previsão é fecharem o ano com cerca de 220 apresentações – sendo três em lugares inéditos, um segredo ainda guardado a sete chaves!

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